Não é novidade que o público brasileiro é um amante assíduo de filmes de terror. Principalmente, quando os filmes são ambientados no universo de Invocação do Mal, dirigido por James Wan, um dos melhores diretores do gênero atualmente. A Freira, filme dirigido dessa vez por Corin Hardy, se junta aos últimos quatro filmes da franquia, que já somam mais de US$ 1,1 bilhão em bilheteria e que estréiou ontem (06) nos cinemas. Provando que essa ideia de universo ”compartilhado” não tem dado certo apenas com os filmes da Marvel.

Taissa Farmiga da vida a Irmâ Irene, disposta a encarar Valak.

A história dessa vez se passa no ano de 1952, onde acontece um suicídio em um convento nas montanhas da Romênia. Para solucionar o caso, o Vaticano convoca o padre Anthony Burke (Demián Bichir) e a noviça Irene que é interpretada por Taissa Farmiga, e que juntos irão descobrir o motivo desses suicídios e confrontar o dêmonio Valak, na companhia de Frenchie (Jonas Bloquet), que não tem muita relevância na trama a não ser para dar algumas risadas entre um susto e outro.

No meio a tantos sustos, (alguns até que previsíveis) utilizando a câmera reveladora e alguns momentos de tensão em primeira pessoa, o filme conta com diversas referências de elementos típicos de filmes de terror, tais como,  castelos, velas, cemitérios com vários crucifixos e muita neblina no meio disso tudo. E o destaque no longa fica pela ótima atuação de Taissa Farmiga, me fazendo esquecer que a mesma fez a Violet na primeira temporada de American Horror Story.

Frenchie, Irene e Anthony chegando no isolado convento.

A Freira não faz feio perante aos outros filmes, porém não supera nenhum deles já que a exigência que cerca a franquia a cada filme anunciado aumenta cada vez mais. Com uma boa dose de sustos, o clima sombrio é gerado graças as referências aos clássicos e uma direção de arte caprichada que se estende durante toda a trama, fazendo você ficar tenso em boa parte do filme, porém nada que surpreenda.

Já assistiu o filme? Nos conte o que você achou nos comentários.

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