Depois de um episódio eletrizante cheio de barracos, mantive minhas expectativas bem altas para o futuro de Dynasty, algo no qual eu não me desapontei quando assisti ao segundo episódio, mantendo a qualidade do primeiro com praticidade e sem enrolação, com certeza fez com que isso se tornasse uma das qualidades da série.

O episódio começa com a mansão dos Carrington de cabeça para baixo, logo após a chegada de Claudia (viúva de Matthew) acusando Blake de ter causado a morte ”acidental” de seu marido. É claro que todo mundo acha que possa ter sido ele, afinal não é todo dia que mandam no seu celular uma foto de sua noiva de charminho com o seu funcionário de décadas. Por mais que a série seja clichê, seria muito óbvio não é? Coincidências acontecem.

O ponto central da série está começando a se desenvolver e a ganhar força após todos esses acontecimentos, que é o começo da união dos Carrington, onde família e empresa são as mesmas coisas. As consequências da morte de Matthew pesou na empresa, ainda mais com a possibilidade de ter acontecido um assassinato. Porém para Cristal não está sendo nada fácil, depois de abandonar Matt, entrar para uma família milionária aonde sua enteada quer sua cabeça e lidar com a morte do verdadeiro amor, ela teve que ir em nome da empresa prestar uma nota de esclarecimento, porém ela acabou desmaiando na frente de toda a imprensa, o que resultou em fotos em vários sites na manhã seguinte.

Com o andamento da investigação de homicídio, Blake supõe que Jeff Colby possa estar por trás desse assassinato, e que tudo isso não tenha passado de um plano de Jeff para acabar com a vida e com a empresa de seu rival. Imediatamente o detetive intima Jeff a prestar depoimento sobre o assunto.

Mas e a Fallon? Bom, a loira resolve mexer seus pauzinhos e logo trata de sumir com as fotos tiradas por Michael (o motorista) e com o e-mail que ela mesma mandou para o pai. Porém o que ela não esperava é que o e-mail deixou rastros, desesperada Fallon busca ajuda com Jeff, que está começando a ter uma quedinha pela loira, e óbvio ajuda ela com um pendrive cheio de vírus que promete dar conta do problema. Esse amor e confiança que Jeff tem por Fallon é obviamente unilateral porém eu não confio muito, levando em conta que a intimação não foi algo previsto por Jeff, Fallon seria a peça perfeita para que ele se vingue de Blake.

Já o Steven a gay ecológica, não é esse menino certo, que apenas ficava naquela relação sem sal com o sobrinho de Cristal. O santinho de Taubaté ouve de Sammy que não esbarrou nele por acidente na noite em que eles se conheceram, e que já estava afim dele para ficar na casa, provavelmente perto de sua tia já que ela mesma não o convidaria. Steven parecia que já sabia disso, e revelou que nada daquilo foi pura coincidência. O episódio chega ao seu final com o FBI levando Steven algemado, deixando todos de queixo caído e sem nenhuma reação.

 Nathalie Kelley (Cristal) arrasa nesse episódio, mostrando o que Cristal tem para oferecer diante as suas diversas camadas que nós ainda vamos conhecer. Dando destaque para um momento super badass que em meio a uma discussão, ela empurra Fallon para dentro de uma cova no velório de Matt. ISSO FOI ICÔNICO!

Elizabeth Gillies (Fallon) segue nos cativando com Fallon, sempre chamando atenção de seu pai com seus shades para Cristal, devido a falta de sua presença paterna, assunto no qual com certeza vai ser abordado ao longo da série com sua devida carga de emoção, claro. O personagem de James Mackay (Steven) ainda não me convenceu e não me fez pegar nenhuma empatia com ele, e muito menos com o casal, estou achando bem fraco para falar a verdade. Mas amei ele sendo preso, me fazendo questionar se a prisão tem alguma relação com a morte de Matthew.

 

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